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domingo, 12 de setembro de 2010

Palavreado por Sheila Santos****

Disse tanto q agora meus versos seriam apenas meu, mas a verdade é q quando os procuro ñ os acho.



É como se eles se recusassem a serem escritos de tal forma alinhada q deem vida a um poema.



Agora só me restam palavras soltas, de momento, feito brisa, de agora... sem futuro e sem rumo.



Gosto delas assim: soltas! São cheia de vida e ares de liberdade, donas de si msm se escrevem como querem.



Mas as vezes me pego pensando em poesia e ñ acho rima, sinto falta da harmonia das linhas, do encontro das palavras formando sentimentos. Sinto falta delas presas ao corpo do texto, sinto falta da prosa de beijo.



Sinto falta, mas ñ sei se quero agora, mas ñ aguento essa demora.



A verdade é q ñ sei ser sem amor mas sei escrever com o amar.



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