surfer: Sheila Santos

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foto: Arthur Maroto

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Deveria ter sido assim: a desconfiança cede espaço para a confiança, o "seu tempo" se transforma em nosso tempo, e andamos juntos na msm caminhada.



A covardia se transforma em coragem para enfrentar os próprios fantasmas.


O receio deixa de ser receio e se transforma em certeza.


Deixamos os joguinhos de lado e admitimos o q sentimos abertamente. Vc se preocupa em fazer quem te faz sentir-se especial se sentir especial tbm, na msm intensidade.


Vc se sente segura, pq dá segurança e a recebe de volta.


Um dia acontece assim. A dor cede espaço para o amor.


Nada como um bom dia de surf para exorcizar demônios, cicatrizar feridas e resgatar o sorriso q havia sido sequestrado.


Surfar aquela onda simples, ñ a problemática e cheia de enigmas, joguinhos, ñ me toques e siricoticos (ruins). Q ñ fica medindo quem se entrega +, se o surfista ou o mar... q ñ anda com o freio de mão puxado por ser covarde. Ou leviana e egoísta. Ou ambas as coisas.


Surfar aquela onda q quer ser surfada na plenitude e ñ apenas na sua superfície, superficialmente.


Surfar aquela onda cúmplice ñ apenas no momento do drop, da rasgada, do cutback. Surfar a onda q quer ser desfrutada depois, q caminhe junto na praia de mãos dadas, q possa fazer e receber um carinho no rosto e sussurrar no ouvido: "é bom estar com vc".

Nada como bons dias de surf plenos e perfeitos. E noites tbm.


Ah! Esses paralelos entre o surf e o amor...


Pq um dia acontece assim: a dor cede espaço para o amor e...


Um comentário:

  1. Nossa disse td.
    Mto lindo. Realmente a Essência do Entender.

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